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3-
REVITALIZAÇÃO DA RUA
MARECHAL BITTENCOURT |
Proponente:
Amigos da OPL/OPTA
Parceiro:
Secretaria
Municipal de Cultura e Turismo
de São João del Rei
Apoio:
Universidade
Federal de São João del Rei –
UFSJ, Conservatório Estadual de
Música Padre José Maria Xavier e
Centro de Referencia
Musicológica José Maria Neves -
CEREM.
Situação:
Em execução desde março de 2009.
“Para além das
conquistas civilizadas
alcançadas pelo povo, aos olhos
da boa sociedade, e louvadas
pelos jornais, é certo que nas
ruas, nas vendas e bodegas,
seguiam as manifestações de uma
outra vitalidade cultural, que
regia as festas populares, os
entrudos, o congado, e ainda as
jogatinas, a bebida, as noites
de viola e os prazeres da carne,
que tinham seu centro geográfico
na muito apropriadamente
denominada rua da Cachaça,
posteriormente, e mais
apropriadamente ainda, rua da
Alegria. Práticas e costumes
esses que, se mereceram da
imprensa apenas registros
depreciativos, restaram
razoavelmente registrados na
documentação judiciária.”
Fonte:
VELLASCO, Ivan de Andrade. As
seduções da ordem: violência,
criminalidade e administração da
justiça: Minas Gerais, século
XIX. EDUSC, 2004, P.62.
“Caminhando pela
Rua Direita, visualizamos no
sentido oposto à Igreja do
Carmo, a Igreja do Rosário. À
esquerda desta última,
situava-se a Rua do Rosário que
levava à Rua do Tejuco e, à sua
direita, a Rua Santo Antonio e
das Flores, paralelas entre si.
A Rua Santo Antonio e do Rosário
.... Toda esta área abrigava
residências de pessoas de
posses, principalmente ligadas
ao comércio. Eram trajetos
cotidianos da elite
são-joanense.”
“Podemos
identificar, no entanto, dentro
dessa área, duas zonas
consideradas perigosas. A
primeira, a do Muxinga,
localizada atrás da Cadeia
Velha, entre a Rua das Flores e
o Beco da Cadeia, que era o
local de castigo dos presos. A
outra zona se localizava na Rua
da Cachaça, nas adjacências do
Largo do Carmo, ao qual se
ligava pelo Beco da Escadinha.
Rua de comércio intenso, com
muitas
tavernas, vida noturna
boêmia e local de moradia de
pessoas remediadas.”
Fonte:
CAMPOS, Maria Augusta do Amaral.
A Marcha da Civilização As vilas
Oitocentistas de São João
del-Rei e São José do Rio das
Mortes - 1810/1844. Dissertação
de mestrado, BH, março de 1998.
“RUA MARECHAL
BITTENCOURT – homenagem ao
ilustre e bravo militar Marechal
Carlos Machado Bittencourt, que
tomou parte na Guerra do
Paraguai. A 5-11-1897 faleceu no
cumprimento do dever, no momento
em que o Presidente da República
Prudente de Morais, recepcionava
a tropa que lutara
vitoriosamente em Canudos.
Defendendo o Chefe Supremo das
Forças Armadas de violento
ataque de um sicário, tombou
morto no local.
Patrono da
intendência do Exército.
Em seu
testamento, com termo de
abertura de 21-9-1779, Ana de
Oliveira, preta forra, afirma
que morava à Rua da Cachaça. Era
viúva, sem filhos, de Manoel
Pinto. Deixou liberto os
escravos Manoel e Maria, aos
quais instituiu herdeiros.
Em 24-12-1793 a
Câmara determinava pôr em
arrematação a calçada da Rua da
Cachaça. Conforme consta dos
"Autos de Devassa da
Inconfidência Mineira" - volume
4° - 1981 - págs. 211 e 213, um
taberneiro português residia na
Rua da Cachaça. Chamava-se
Manoel Moreira e prestou
depoimento
a 14-9-1789.
A 28-7-1826 João
Batista de Almeida e Bernarda de
Almeida Magalhães, filhos
naturais de Francisco de Paula
de Almeida Magalhães, compraram
morada de casas térreas,
situadas na esquina da Rua da
Cachaça. A propriedade
limitava-se com a nova rua de
Alcântara (sic.), que desce do
Largo do Carmo para a rua do
Curral, atual Rua Marechal
Deodoro. A 5-9-1834 ingressou na
Irmandade do SS. Sacramento, Ana
Lianor Raquel, moradora na Rua
da Cachaça. Na inconstância da
nomenclatura, parte da Rua do
Comércio (atual Marechal
Deodoro) já teve o nome de
Marechal Bittencourt.
Fonte:
cintra@gmail.com
A famosa Rua da
Cachaça (século XVIII), Rua da
Alegria (século XIX), Rua
Marechal Bittencourt (século
XX), ou ainda a popularmente
conhecida Rua da Zona até meados
dos anos oitenta, e por nós aqui
rebatizada orgulhosamente como
Rua da Zona da Música, como
queiram chamá-la, ao longo de
sua existência, além da variada
nomenclatura, teve grande
importância histórica, visível
na interação social e política
das tabernas do século XVIII e
na trajetória das manifestações
da cultura popular que ali
aconteceram, além de
encontrar-se geograficamente em
local privilegiado pelo fácil
acesso e pela beleza dos
casarões do centro histórico.
A Rua que ficou
várias décadas praticamente em
ruínas até meados de 1980 quando
mendigos e boêmios invadiam as
casas abandonadas para se
abrigarem, começa a se reerguer
no ano de 2003 com a criação do
Centro de Referência
Musicológica José Maria Neves –
CEREM, recentemente em maio de
2009 com a presença do Centro
Cultural Feminino e nos dias 17,
18 e 19 de julho do mesmo, com a
inauguração da Sede “Amigos da
OPL/OPTA”.
Inicialmente,
essa revitalização busca
recuperar o espaço físico da Rua
Marechal Bittencourt e coordenar
o projeto “Zona da Música”
promovendo em parceria com a
Secretaria Municipal de Cultura
e Turismo atividades
educacionais, sociais,
ambientais, artísticas e
culturais regulares aproveitando
o potencial da referida Rua e de
seu entorno, incluindo o Beco da
Escadinha, Praça Dr Salatiel,
Igreja e Largo do Carmo e o
Centro Cultural da UFSJ.
Espera-se assim criar uma rede
de cooperação que trabalhe em
sinergia com instituições e
entidades da região e na
articulação de artistas,
educadores, ambientalistas e
profissionais de várias áreas
resultando em um ponto de
promoção e discussão das
diversas culturas e de uma
melhor qualidade de vida.
João de Oliveira
– Coordenador do projeto “Amigos
da OPL/OPTA”
Proponente:
Amigos da OPL/OPTA
Parceiro:
Atelier
Alquimia
Apoio:
Universidade
Federal de São João del Rei
– UFSJ
Situação:
Em execução desde abril de
2009
O projeto
“Atelier da alquimia” foi
idealizado pelos artistas
plásticos Hamilton Vieira e
João Paulo que preocupados
com o excesso de lixo
produzido atualmente numa
decisão inteligente
enxergaram uma possibilidade
de renda e colaboração com o
meio ambiente fazendo arte e
artesanato com sucata e
materiais reciclados. O
projeto pretende fornecer
suporte técnico e
infra-estrutura aos artistas
e desenvolver com esta
parceria uma linha de
produção de artigos
ecologicamente corretos para
serem vendidos na Ecoloja
dos Amigos da OPL/OPTA.
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5 - MINHOCÁRIO
UMA ALTERNATIVA
PARA O LIXO
ORGÂNICO |
Responsável:
Amigos da OPL/OPTA
Parceiros:
Situação:
Montagem do Pré-Projeto
desde maio de 2009.
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6 - PONTOS
DE TURISMO
ECOLÓGICO EM
SÃO JOÃO DEL
REI |
Responsável:
Amigos da OPL/OPTA
Parceiros:
Situação:
Em discussão desde
maio de 2009
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7 -
PAPA
PILHAS E
BATERIAS
(9
VOLTS,
RELÓGIOS
E DE
CELULARES)
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Proponente:
Amigos da
OPL/OPTA
Parceiros:
Atelier Alquimia
Apoio:
Tilt do Celular
e Universidade
Federal de São
João del Rei –
UFSJ
Situação:
Em execução
desde maio de
2009
O
projeto “Papa
pilhas e
baterias”
(Coleta de
pilhas e
baterias) é mais
uma iniciativa
dos Amigos da
OPL/OPTA e tem o
objetivo de dar
a destinação
adequada a este
tipo de
material, que
contem
substâncias
altamente
tóxicas e quando
descartado de
forma indevida
causa impactos
irreversíveis ao
meio ambiente.
Gradativamente e
de forma
planejada as
lixeiras
papa-pilhas
serão
distribuídas na
cidade de São
João del-Rei,
depois de
coletado o
material será
repassado aos
fabricantes
conforme a
resolução do
Conselho
Nacional do Meio
Ambiente (Conama),
nº401/2008 “
Art. 7 – A
partir de 1º
de julho de 2009,
as pilhas e
baterias do tipo
portátil, botão
e miniatura que
sejam
comercializadas,
fabricadas no
território
nacional ou
importadas,
deverão atender
aos limites
máximos de
metais como:
chumbo, cádmio e
mercúrio”.
DICAS:
-
Não jogue pilhas
e baterias no
lixo –
guarde as usadas
em lugar seco e
ventilado até
destinar a um
posto de coleta;
-
Use pilhas
recarregáveis –
Apesar de serem
mais caras,
duram muito
mais. Procure
comprar em lojas
confiáveis, pois
as falsificadas
invadiram o
mercado;
-
Não compre
pilhas piratas –
Elas duram
menos, são mais
tóxicas e podem
explodir com
facilidade, pois
sua capa
protetora é de
papelão e não de
aço, como as
originais;
-
Não coloque
pilhas na
geladeira –
Pois pode-se
vazar metais
tóxicos;
-
Retire as pilhas
–
Quando ficar um
longo tempo sem
usar o aparelho;
-
Nunca tente
abrir uma pilha
- –
Pois pode-se
vazar metais
tóxicos;
Após utilizar
leve as pilhas e
baterias ao
“Papa-pilhas e
Baterias” mais
perto de você.
Só assim teremos
um planeta
melhor.
Postos de
coletas
“Papa-pilhas e
baterias” no
centro:
-
Sede “Amigos
da OPL/OPTA”
– Rua Mal
Bittencourt,
50 sala 03.
-
Universidade
Federal de
São João del
Rei / Campus
Santo
Antonio
-
Agência
Distribuidora
de jornais e
revistas –
Av. Tancredo
Neves,125
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8 - FÁBRICA DE PAPEL DE FIBRA VEGETAL |
Proponente:
Amigos
da OPL/OPTA
Parceiros:
Atelier
Alquimia
Apoio:
Universidade
Federal
de São
João del
Rei –
UFSJ
Situação:
Em
discussão
desde
maio de
2009
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9 - LIMPEZA E MONITORAMENTO DA CACHOEIRA DO FUNDÃO |
Responsável:
Amigos
da
OPL/OPTA
Parceiros:
Associação
Sanjoanense
de
Pesca
Amadora
-
ASPA
Situação:
Em
andamento
desde
maio
de
2009.
Há
seis
anos
atrás
um
grupo
de
ciclistas
fazendo
trilha
na
cachoeira
do
Fundão observaram
que
a
Prefeitura
numa
atitude
absurda
e
totalmente
sem
planejamento
instalou
próximo
a
cachoeira
do
Fundão
onde
também
se
encontram
várias
nascentes
de
água
um
“Lixão”.
O
grupo
na
ocasião
procurou
o
ministério
Público
e
orientados
pela
promotora
fundaram
em
2006
a
OPTA
-
Organização
Patrimonial
Turística
e
Ambiental.
O
lixão
longe
de
ser
um
aterro
sanitário
cresceu
e o
lixo
acumulado
desce
pelas
encostas
e
esta
poluindo
de
modo
assustador
córregos
e
cachoeiras
pondo
em
risco
várias
nascentes
que
se
encontram
no
local.
Este
projeto
pretende
primeiramente
sensibilizar
autoridades
para
a
retirada
do
lixão
deste
local
de
preservação
e
riquezas
naturais
e
transferi-lo
para
outro
local
mais
adequado
e no
padrão
de
um
Aterro
Sanitário
com
uma
fábrica
de
reciclagem.
E
posteriormente
promover
uma
campanha
de
limpeza
do
local.
Atualmente,
a
OPTA,
representando
o
segmento
da
Sociedade
Civil,
participa
dos
Comitês
de
Bacia
Hidrográfica
do
Alto
Rio
Grande
(CBH-GD1)
e do
Comitê
de
Bacia
Hidrográfica
Vertentes
do
Rio
Grande
(CBH-GD2)