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1- PROJETO “AMIGOS DA OPL OPTA”
2- PROJETO SABÃO DA CIDA
3-REVITALIZAÇÃO DA RUA MARECHAL BITTENCOURT
4 – ATELIER ALQUIMIA
5– MINHOCÁRIO UMA ALTERNATIVA PARA O LIXO ORGÂNICO
6 - PONTOS DE TURISMO ECOLÓGICO EM SÃO JOÃO DEL REI
7 - PAPA PILHAS E BATERIAS
8 -  FÁBRICA DE PAPEL DE FIBRA VEGETAL
9 - LIMPEZA E MONITORAMENTO DA CACHOEIRA DO FUNDÃO

    

1- PROJETO “AMIGOS DA OPL OPTA”

Proponente: Amigos da OPL/OPTA

Parceiro: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de São João del Rei

Apoio: Universidade Federal de São João del Rei – UFSJ, Conservatório Estadual de Música Padre José Maria Xavier e Centro de Referencia Musicológica José Maria Neves - CEREM.

Situação: Em execução desde março de 2009. Inauguração da Sede “Amigos da OPL/OPTA” nos dias 17, 18 e 19 de julho de 2009.

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A Orquestra Popular Livre (OPL) e a Organização Patrimonial Turística e Ambiental (OPTA) a partir de março de 2009, uniram-se em uma parceria com o intuito de melhor desenvolver os seus projetos nas áreas social, ambiental, patrimonial, turística e artístico-cultural.

Para que essa parceria se desenvolva com mais propriedade, foi necessária a locação de um espaço físico, ou seja, uma sede situada à Rua Marechal Bittencourt (antiga Rua da Cachaça), 50 sala 03 centro, São João del- Rei - visando a instalação de Sala Verde/Biblioteca, sala de ensaios e aulas de instrumentos musicais (pandeiro, violão, clarinete, saxofone, flauta transversal e doce, teclado, cavaquinho e viola caipira), exposições, palestras e reuniões. Criando um pólo artístico-cultural. Essa proposta, no entanto, carece de recursos.

            Em razão disso, foi criado o “Amigos da OPL/OPTA” − grupo formado por pessoas físicas e ou jurídicas, que contribui voluntariamente para a geração de um fundo de apoio a projetos e eventos idealizados e ou coordenados em parceria pelas duas entidades.

 

 

2- PROJETO SABÃO DA CIDA

Proponente: Amigos da OPL/OPTA

Parceiros: Universidade Federal de São João del Rei – UFSJ e Associação de Reciclagem Tijucana – ARTI

Apoio: Conservatório Estadual de Música Padre José Maria Xavier

Situação: Em execução desde janeiro de 2009

 

Sabão, a solução para o óleo de cozinha saturado: A alternativa mais utilizada é a fabricação de sabão, podendo ser feito de forma doméstica.

 

O crescimento urbano desordenado traz o aparecimento de problemas ambientais globais. A alta produção de lixo, a disposição inadequada de produtos tóxicos à saúde humana e ao meio ambiente agrava a preocupação com a escassez de água potável em todo o planeta.

Dentre muitos produtos de difícil degradação no meio ambiente, estão as gorduras. Tais como azeite, óleo, banha e outros. Eles não se dissolvem e nem se misturam com a água, formando uma camada densa na superfície que impede as trocas gasosas e a oxigenação, se tornando um problema para rios, lagos e aqüíferos.

Esperamos com esse projeto promover a conscientização da comunidade para diminuição da produção do lixo doméstico e necessidade de coleta seletiva como eficaz forma de preservação do meio ambiente e possível fonte de renda.

E sensibilizar as autoridades competentes quanto a necessidade urgente de implantação de uma Estação de Tratamento de Esgoto em São João del Rei.

 

 

  

3-      REVITALIZAÇÃO DA RUA MARECHAL BITTENCOURT

Proponente: Amigos da OPL/OPTA

Parceiro: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de São João del Rei

Apoio: Universidade Federal de São João del Rei – UFSJ, Conservatório Estadual de Música Padre José Maria Xavier e Centro de Referencia Musicológica José Maria Neves - CEREM.

Situação: Em execução desde março de 2009.

 

“Para além das conquistas civilizadas alcançadas pelo povo, aos olhos da boa sociedade, e louvadas pelos jornais, é certo que nas ruas, nas vendas e bodegas, seguiam as manifestações de uma outra vitalidade cultural, que regia as festas populares, os entrudos, o congado, e ainda as jogatinas, a bebida, as noites de viola e os prazeres da carne, que tinham seu centro geográfico na muito apropriadamente denominada rua da Cachaça, posteriormente, e mais apropriadamente ainda, rua da Alegria. Práticas e costumes esses que, se mereceram da imprensa apenas registros depreciativos, restaram razoavelmente registrados na documentação judiciária.” 

Fonte: VELLASCO, Ivan de Andrade. As seduções da ordem: violência, criminalidade e administração da justiça: Minas Gerais, século XIX. EDUSC, 2004, P.62.

 

“Caminhando pela Rua Direita, visualizamos no sentido oposto à Igreja do Carmo, a Igreja do Rosário. À esquerda desta última, situava-se a Rua do Rosário que levava à Rua do Tejuco e, à sua direita, a Rua Santo Antonio e das Flores, paralelas entre si. A Rua Santo Antonio e do Rosário .... Toda esta área abrigava residências de pessoas de posses, principalmente ligadas ao comércio. Eram trajetos cotidianos da elite são-joanense.”

“Podemos identificar, no entanto, dentro dessa área, duas zonas consideradas perigosas. A primeira, a do Muxinga, localizada atrás da Cadeia Velha, entre a Rua das Flores e o Beco da Cadeia, que era o local de castigo dos presos. A outra zona se localizava na Rua da Cachaça, nas adjacências do Largo do Carmo, ao qual se ligava pelo Beco da Escadinha. Rua de comércio intenso, com muitas tavernas, vida noturna boêmia e local de moradia de pessoas remediadas.”

Fonte: CAMPOS, Maria Augusta do Amaral. A Marcha da Civilização As vilas Oitocentistas de São João del-Rei e São José do Rio das Mortes - 1810/1844. Dissertação de mestrado, BH, março de 1998.

 

 

“RUA MARECHAL BITTENCOURT – homenagem ao ilustre e bravo militar Marechal Carlos Machado Bittencourt, que tomou parte na Guerra do Paraguai. A 5-11-1897 faleceu no cumprimento do dever, no momento em que o Presidente da República Prudente de Morais, recepcionava a tropa que lutara vitoriosamente em Canudos. Defendendo o Chefe Supremo das Forças Armadas de violento ataque de um sicário, tombou morto no local.

Patrono da intendência do Exército. Em seu testamento, com termo de abertura de 21-9-1779, Ana de Oliveira, preta forra, afirma que morava à Rua da Cachaça. Era viúva, sem filhos, de Manoel Pinto. Deixou liberto os escravos Manoel e Maria, aos quais instituiu herdeiros.

Em 24-12-1793 a Câmara determinava pôr em arrematação a calçada da Rua da Cachaça. Conforme consta dos "Autos de Devassa da Inconfidência Mineira" - volume 4° - 1981 - págs. 211 e 213, um taberneiro português residia na Rua da Cachaça. Chamava-se Manoel Moreira e prestou depoimento a 14-9-1789.

A 28-7-1826 João Batista de Almeida e Bernarda de Almeida Magalhães, filhos naturais de Francisco de Paula de Almeida Magalhães, compraram morada de casas térreas, situadas na esquina da Rua da Cachaça. A propriedade limitava-se com a nova rua de Alcântara (sic.), que desce do Largo do Carmo para a rua do Curral, atual Rua Marechal Deodoro. A 5-9-1834 ingressou na Irmandade do SS. Sacramento, Ana Lianor Raquel, moradora na Rua da Cachaça. Na inconstância da nomenclatura, parte da Rua do Comércio (atual Marechal Deodoro) já teve o nome de Marechal Bittencourt.

                                                                                                    Fonte: cintra@gmail.com

 

A famosa Rua da Cachaça (século XVIII), Rua da Alegria (século XIX), Rua Marechal Bittencourt (século XX), ou ainda a popularmente conhecida Rua da Zona até meados dos anos oitenta, e por nós aqui rebatizada orgulhosamente como Rua da Zona da Música, como queiram chamá-la, ao longo de sua existência, além da variada nomenclatura, teve grande importância histórica, visível na interação social e política das tabernas do século XVIII e na trajetória das manifestações da cultura popular que ali aconteceram, além de encontrar-se geograficamente em local privilegiado pelo fácil acesso e pela beleza dos casarões do centro histórico.

A Rua que ficou várias décadas praticamente em ruínas até meados de 1980 quando mendigos e boêmios invadiam as casas abandonadas para se abrigarem, começa a se reerguer no ano de 2003 com a criação do Centro de Referência Musicológica José Maria Neves – CEREM, recentemente em maio de 2009 com a presença do Centro Cultural Feminino e nos dias 17, 18 e 19 de julho do mesmo, com a inauguração da Sede “Amigos da OPL/OPTA”.

Inicialmente, essa revitalização busca recuperar o espaço físico da Rua Marechal Bittencourt e coordenar o projeto “Zona da Música” promovendo em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo atividades educacionais, sociais, ambientais, artísticas e culturais regulares aproveitando o potencial da referida Rua e de seu entorno, incluindo o Beco da Escadinha, Praça Dr Salatiel, Igreja e Largo do Carmo e o Centro Cultural da UFSJ. Espera-se assim criar uma rede de cooperação que trabalhe em sinergia com instituições e entidades da região e na articulação de artistas, educadores, ambientalistas e profissionais de várias áreas resultando em um ponto de promoção e discussão das diversas culturas e de uma melhor qualidade de vida.

João de Oliveira – Coordenador do projeto “Amigos da OPL/OPTA”

 

 

  

4 – ATELIER ALQUIMIA

Proponente: Amigos da OPL/OPTA

Parceiro: Atelier Alquimia

Apoio: Universidade Federal de São João del Rei – UFSJ

Situação: Em execução desde abril de 2009

  O projeto “Atelier da alquimia” foi idealizado pelos artistas plásticos Hamilton Vieira e João Paulo que preocupados com o excesso de lixo produzido atualmente numa decisão inteligente enxergaram uma possibilidade de renda e colaboração com o meio ambiente fazendo arte e artesanato com sucata e materiais reciclados. O projeto pretende fornecer suporte técnico e infra-estrutura aos artistas e desenvolver com esta parceria uma linha de produção de artigos ecologicamente corretos para serem vendidos na Ecoloja dos Amigos da OPL/OPTA.

 

 

     5 - MINHOCÁRIO UMA ALTERNATIVA PARA O LIXO ORGÂNICO

Responsável: Amigos da OPL/OPTA

Parceiros:

Situação: Montagem do Pré-Projeto desde maio de 2009.

 

 

6 - PONTOS DE TURISMO ECOLÓGICO EM SÃO JOÃO DEL REI

Responsável: Amigos da OPL/OPTA

Parceiros:

Situação: Em discussão desde maio de 2009

 

 

 7 - PAPA PILHAS E BATERIAS (9 VOLTS, RELÓGIOS E DE CELULARES)

Proponente: Amigos da OPL/OPTA

Parceiros: Atelier Alquimia

Apoio: Tilt do Celular e Universidade Federal de São João del Rei – UFSJ

Situação: Em execução desde maio de 2009

 

    O projeto “Papa pilhas e baterias” (Coleta de pilhas e baterias) é mais uma iniciativa dos Amigos da OPL/OPTA e tem o objetivo de dar a destinação adequada a este tipo de material, que contem substâncias altamente tóxicas e quando descartado de forma indevida causa impactos irreversíveis ao meio ambiente.

      Gradativamente e de forma planejada as lixeiras papa-pilhas serão distribuídas na cidade de São João del-Rei, depois de coletado o material será repassado aos fabricantes conforme a resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), nº401/2008 “ Art. 7 – A partir de 1º de julho de 2009, as pilhas e baterias do tipo portátil, botão e miniatura que sejam comercializadas, fabricadas no território nacional ou importadas, deverão atender aos limites máximos de metais como: chumbo, cádmio e mercúrio”.

DICAS:

- Não jogue pilhas e baterias no lixo – guarde as usadas em lugar seco e ventilado até destinar a um posto de coleta;

- Use pilhas recarregáveis – Apesar de serem mais caras, duram muito mais. Procure comprar em lojas confiáveis, pois as falsificadas invadiram o mercado;

- Não compre pilhas piratas – Elas duram menos, são mais tóxicas e podem explodir com facilidade, pois sua capa protetora é de papelão e não de aço, como as originais;

- Não coloque pilhas na geladeira – Pois pode-se vazar metais tóxicos;

- Retire as pilhas – Quando ficar um longo tempo sem usar o aparelho;

- Nunca tente abrir uma pilha - – Pois pode-se vazar metais tóxicos;

 

Após utilizar leve as pilhas e baterias ao “Papa-pilhas e Baterias” mais perto de você. Só assim teremos um planeta melhor.

 

Postos de coletas “Papa-pilhas e baterias” no centro:

  • Sede “Amigos da OPL/OPTA” – Rua Mal Bittencourt, 50 sala 03.

  • Universidade Federal de São João del Rei / Campus Santo Antonio

  • Agência Distribuidora de jornais e revistas – Av. Tancredo Neves,125

 

 

 

8 -  FÁBRICA DE PAPEL DE FIBRA VEGETAL

Proponente: Amigos da OPL/OPTA

Parceiros: Atelier Alquimia

Apoio: Universidade Federal de São João del Rei – UFSJ

Situação: Em discussão desde maio de 2009

 

       9 - LIMPEZA E MONITORAMENTO DA CACHOEIRA DO FUNDÃO

   FOTOS DO PROJETO VIDEO DO PROJETO

Responsável: Amigos da OPL/OPTA

Parceiros: Associação Sanjoanense de Pesca Amadora - ASPA

Situação: Em andamento desde maio de 2009. 

Há seis anos atrás um grupo de ciclistas fazendo trilha na cachoeira do Fundão observaram que a Prefeitura numa atitude absurda e totalmente sem planejamento instalou próximo a cachoeira do Fundão onde também se encontram várias nascentes de água um “Lixão”. O grupo na ocasião procurou o ministério Público e orientados pela promotora fundaram em 2006 a OPTA - Organização Patrimonial Turística e Ambiental. O lixão longe de ser um aterro sanitário cresceu e o lixo acumulado desce pelas encostas e esta poluindo de modo assustador córregos e cachoeiras pondo em risco várias nascentes que se encontram no local. Este projeto pretende primeiramente sensibilizar autoridades para a retirada do lixão deste local de preservação e riquezas naturais e transferi-lo para outro local mais adequado e no padrão de um Aterro Sanitário com uma fábrica de reciclagem. E posteriormente promover uma campanha de limpeza do local.
Atualmente, a OPTA, representando o segmento da Sociedade Civil, participa dos Comitês de Bacia Hidrográfica do Alto Rio Grande (CBH-GD1) e do Comitê de Bacia Hidrográfica Vertentes do Rio Grande (CBH-GD2)